Tuesday, April 21, 2026
Entendemos que festivais como o Rock-in-Rio podem ser um factor de dinamização da cidade de Lisboa, desde que organizados em local apropriado, e efectivamente monitorizados por quem de direito, da CML aos cidadãos em geral. Daí a criação do presente Observatório, cujo âmbito, estrutura e objectivos apresentaremos aqui, à medida das nossas possibilidades.
Comunicado: Sim, o Observatório existe
Em reunião havida com o responsável pelo Pelouro do Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa este afirmou que o Observatório do Parque da Bela Vista não existe. Mais afirmou que se tratava de uma máscara para alguns dos seus elementos. Pediu, como se tal prerrogativa inquisitória lhe pertencesse, nomes dos elementos que o compõem, além de ter solicitado a morada ou os estatutos desta entidade. Cumpre não só responder-lhe, mas tornar pública esta tomada de posição por parte do Sr. Vereador, uma vez que tendo granjeado fama em nome das causas de cidadania, tal pergaminho parece faltar-lhe quando se acredita com poder.
O Observatório é uma entidade de carácter informal juntando cidadãos vindos das mais diversas áreas políticas, de associações com carácter cívico e ambiental, de áreas académicas ou simplesmente, e não é dizer pouco, do mero gosto e curiosidade pelas questões que se prendem com a defesa do ambiente e da qualidade de vida em meio urbano.
Não, não tem uma sede pois não se trata de um organismo formal. Se o senhor Vereador desconhece ou se agasta com organizações de carácter informal, basta relembrá-lo da Plataforma do Túnel do Marquês, onde foi então mandatário pelo referendo, e que se constituiu ao redor de uma questão comum, sem se formalizar quanto tal e com a intervenção individual de muitos cidadãos, entre os quais o Sr. Vereador se contava. Ou então relembrá-lo da luta pelo Parque das Conchas e dos Lilases, em que os cidadãos se uniram e se organizaram em prol de um objectivo comum, sem terem sequer organização ou sede. Então tal informalidade não parecia incomodar o nosso actual responsável dos Espaços Verdes.
Nunca então pediu o Sr. Vereador nomes de integrantes, como se um movimento tivesse de identificar os seus membros para lhe conferir legitimidade. Os nossos elementos presentes na reunião com os responsáveis autárquicos, estes ou outros, não são informantes, nem o Sr. Vereador é, tanto quanto sabemos, árbitro de cidadania nem lhe compete certificar da boa conduta cívica das organizações. Quanto a insinuações insidiosas, preferimos deixá-las na mente de quem as formulou, pois que a compreensão da dignidade do cargo ocupado era também aí que as deveria ter deixado.
Bom seria que o Sr. Vereador se lembre que não é Vereador, está Vereador. O poder que hoje detém é, pelo próprio processo democrático, transitório. Logo, o facto de ter pelouros não lhe confere o direito de tratar com desdém, ou sobranceria os cidadãos que consigo não comungam nas visões do espaço ou nas opções por si definidas.
Nenhuma obrigação tínhamos ou temos de lhe dar nomes, mas como somos cidadãos, maiores, no perfeito gozo das nossas capacidades, civicamente activos, e sem receio de o confrontar com as nossas críticas e discordâncias, de forma transparente, urbana e digna, aqui subscrevemos este manifesto.
Paulo Ferrero António Prôa
Carlos Brandão Diogo Moura
João Pinto Soares José Carlos Mendes
Carlos Moura Rui Valada
Lisboa, 17 de Março de 2008
O Observatório é uma entidade de carácter informal juntando cidadãos vindos das mais diversas áreas políticas, de associações com carácter cívico e ambiental, de áreas académicas ou simplesmente, e não é dizer pouco, do mero gosto e curiosidade pelas questões que se prendem com a defesa do ambiente e da qualidade de vida em meio urbano.
Não, não tem uma sede pois não se trata de um organismo formal. Se o senhor Vereador desconhece ou se agasta com organizações de carácter informal, basta relembrá-lo da Plataforma do Túnel do Marquês, onde foi então mandatário pelo referendo, e que se constituiu ao redor de uma questão comum, sem se formalizar quanto tal e com a intervenção individual de muitos cidadãos, entre os quais o Sr. Vereador se contava. Ou então relembrá-lo da luta pelo Parque das Conchas e dos Lilases, em que os cidadãos se uniram e se organizaram em prol de um objectivo comum, sem terem sequer organização ou sede. Então tal informalidade não parecia incomodar o nosso actual responsável dos Espaços Verdes.
Nunca então pediu o Sr. Vereador nomes de integrantes, como se um movimento tivesse de identificar os seus membros para lhe conferir legitimidade. Os nossos elementos presentes na reunião com os responsáveis autárquicos, estes ou outros, não são informantes, nem o Sr. Vereador é, tanto quanto sabemos, árbitro de cidadania nem lhe compete certificar da boa conduta cívica das organizações. Quanto a insinuações insidiosas, preferimos deixá-las na mente de quem as formulou, pois que a compreensão da dignidade do cargo ocupado era também aí que as deveria ter deixado.
Bom seria que o Sr. Vereador se lembre que não é Vereador, está Vereador. O poder que hoje detém é, pelo próprio processo democrático, transitório. Logo, o facto de ter pelouros não lhe confere o direito de tratar com desdém, ou sobranceria os cidadãos que consigo não comungam nas visões do espaço ou nas opções por si definidas.
Nenhuma obrigação tínhamos ou temos de lhe dar nomes, mas como somos cidadãos, maiores, no perfeito gozo das nossas capacidades, civicamente activos, e sem receio de o confrontar com as nossas críticas e discordâncias, de forma transparente, urbana e digna, aqui subscrevemos este manifesto.
Paulo Ferrero António Prôa
Carlos Brandão Diogo Moura
João Pinto Soares José Carlos Mendes
Carlos Moura Rui Valada
Lisboa, 17 de Março de 2008
Escolas vão herdar painéis fotovoltaicos que darão energia ao Rock in Rio
In Público (17/5/2008)
Maria Antónia Zacarias
«Vinte escolas portuguesas serão contempladas com o equipamento que será usado no Rock in Rio
A primeira empresa portuguesa a produzir painéis fotovoltaicos, que geram energia a partir da luz solar, é alentejana e vai ser a fornecedora do elemento cenográfico do Palco Mundo do festival musical Roch in Rio. A informação foi avançada pela empresa Lobo Solar, segundo a qual os painéis já estão disponíveis e, após o espectáculo, aqueles mesmos elementos vão para um outro evento musical em Madrid, devendo ser doados posteriormente a 20 escolas portuguesas.
"Uma escola de cada distrito vai receber um painel fotovoltaico", afirmou Rui Lobo, um dos proprietários da empresa, sublinhando que a iniciativa se integra no projecto Escola Solar. No caso concreto do distrito de Évora, o estabelecimento de ensino escolhido foi a Escola Secundária de Montemor-o-Novo, embora ainda não haja data prevista para a instalação da estrutura.
Para além disso, todas as verbas geradas pela venda de energia desses painéis, que foram doados pela organização do festival e por esta empresa, vão ser entregues a instituições de solidariedade social. "Do ponto de vista social, entendemos que é uma acção responsável, visto que é a nossa quota-parte de dever para com o ambiente, e do ponto de vista de promoção da tecnologia também nos é favorável", sublinhou. Segundo as contas feitas pela organização do festival, em Lisboa é esperado um milhão de pessoas e 1,2 milhões em Madrid, para além de 100 milhões de telespectadores.
A empresa exportou no ano passado para 18 nações, produzindo em média 200 mil unidades/ano, o que corresponde a 40 a 45 Mw de energia, a Lobo Solar está igualmente voltada para Portugal. "O mercado português está a despontar", explicou Rui Lobo, salvaguardando que entretanto "há que consagrar esforços nos países onde o mercado já existe, nomeadamente na Alemanha, Estados Unidos e Espanha, que significam 70 por cento da nossa produção, seguindo-se a Itália, Grécia, Suécia e Holanda". A Lobo Solar também já "contribuiu com os seus painéis para alguns países de África e da América Latina".»
Maria Antónia Zacarias
«Vinte escolas portuguesas serão contempladas com o equipamento que será usado no Rock in Rio
A primeira empresa portuguesa a produzir painéis fotovoltaicos, que geram energia a partir da luz solar, é alentejana e vai ser a fornecedora do elemento cenográfico do Palco Mundo do festival musical Roch in Rio. A informação foi avançada pela empresa Lobo Solar, segundo a qual os painéis já estão disponíveis e, após o espectáculo, aqueles mesmos elementos vão para um outro evento musical em Madrid, devendo ser doados posteriormente a 20 escolas portuguesas.
"Uma escola de cada distrito vai receber um painel fotovoltaico", afirmou Rui Lobo, um dos proprietários da empresa, sublinhando que a iniciativa se integra no projecto Escola Solar. No caso concreto do distrito de Évora, o estabelecimento de ensino escolhido foi a Escola Secundária de Montemor-o-Novo, embora ainda não haja data prevista para a instalação da estrutura.
Para além disso, todas as verbas geradas pela venda de energia desses painéis, que foram doados pela organização do festival e por esta empresa, vão ser entregues a instituições de solidariedade social. "Do ponto de vista social, entendemos que é uma acção responsável, visto que é a nossa quota-parte de dever para com o ambiente, e do ponto de vista de promoção da tecnologia também nos é favorável", sublinhou. Segundo as contas feitas pela organização do festival, em Lisboa é esperado um milhão de pessoas e 1,2 milhões em Madrid, para além de 100 milhões de telespectadores.
A empresa exportou no ano passado para 18 nações, produzindo em média 200 mil unidades/ano, o que corresponde a 40 a 45 Mw de energia, a Lobo Solar está igualmente voltada para Portugal. "O mercado português está a despontar", explicou Rui Lobo, salvaguardando que entretanto "há que consagrar esforços nos países onde o mercado já existe, nomeadamente na Alemanha, Estados Unidos e Espanha, que significam 70 por cento da nossa produção, seguindo-se a Itália, Grécia, Suécia e Holanda". A Lobo Solar também já "contribuiu com os seus painéis para alguns países de África e da América Latina".»
O Sr.Vereador Sá Fernandes há-de passar, mas o Observatório fica!



No seguimento da resposta do Sr. Vereador dos Espaços Verdes à Assembleia Municipal de Lisboa a uma exposição feita naquele fórum por um dos membros deste Observatório, alusiva à isenção de taxas do festival Rock-in-Rio, cumpre-nos, pelo teor da resposta:
1. Divulgar junto da opinião pública o respectivo teor, que nos parece provocatório e pouco digno de um Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, mais a mais tendo em conta o comportamento da antiga Vereação para connosco, ao integrar-nos na Comissão de Acompanhamento do 'Festival Creamfields'.
2. Estranhar a referência que é feita a eventuais 'outros grupos de pessoas' e respectivos 'representantes', e 'várias entidades com a mesma designação de OPBL', e EXIGIR que o Sr. Vereador esclareça a opinião pública sobre quem são essas pessoas e essas entidades, sob pena de estarmos perante uma invenção do Sr. Vereador, na linha do que tem dito recentemente, aliás, e que nos levou na altura a emitir um comunicado.
3. Lamentar profundamente a metamorfose de que parece padecer o Sr. Vereador, que se nos afigura diametralmente oposto ao cidadão e paladino José Sá Fernandes, nomeadamente no que ao Parque da Bela Vista diz respeito.
Paulo Ferrero, Carlos Moura, João Pinto Soares, Diogo Moura, Carlos Brandão e José Carlos Mendes
RiR: Costa, Sá Fernandes e o Corredor Verde...
O festival Rock in Rio regressa a Lisboa dentro de 727 dias, a 29 e 30 de Maio de 2010, foi hoje anunciado pela organização que garantiu as parcerias já tradicionais de empresas e também da Câmara de Lisboa.
António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, anunciou que "a grande novidade do próximo Rock in Rio será a construção da ponte pedonal e para velocípedes que ligará o Parque da Bela Vista às Olaias".
Esta ponte permitirá a ligação a partir das Olaias à Alameda D. Afonso Henriques e desta a Monsanto através da avenida Duque de Ávila. "Um corredor verde", como lhe chamou António Costa, "que é mais uma concretização do Rock in Rio", enfatizou.
Referindo-se ao festival, que "é já um extraordinário sucesso", António Costa afirmou que é também uma forma de "internacionalizar Lisboa" e deu como exemplo a expansão do Rock in Rio para Madrid, onde este ano também se realiza.
Fonte da organização disse à Lusa que em 2010 o Rock in Rio decorrerá também em dois fins-de-semana, o primeiro em Maio , dias 29 e 30, e o segundo a começar sexta-feira, dia 04 de Junho.
O presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, sublinhou hoje no seu discurso que "o astro é o cidadão". Referindo-se às parcerias comerciais Medina afirmou: "Dizem que o Rock in Rio é um grande centro comercial, com muito marketing, e é. Aqui o astro é o cidadão, também".
Entre os parceiros, pelo Millennium BCP falou Armando Vara, que sublinhou "a importância do Rock in Rio para a afirmação da marca Milleninium" e como se tornou numa "referência para a juventude e para as famílias".
João Mendes Dias da Vodafone, outro parceiro do festival, destacou o entendimento de objectivos nomeadamente "a aposta na inovação".
Os outros parceiros já tradicionais do Rock in Rio são o Grupo Renascença, a SIC, o portal Sapo, a Toyota, e a 7Up
Hoje encerra a primeira parte do Rock in Rio que volta a animar o Parque da Bela Vista no próximo fim-de-semana, dias 05 e 06 de Junho com nomes como os Metallica, Moonspell, Kaiser Chiefs, The Offspring e Linkin Park.
Sexta-feira, dia da abertura houve "casa cheia", como disse hoje a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina. Segundo dados da organização deram entrada mais de 90.000 pessoas. Amy Winehouse foi um dos nomes de cartaz responsável por esta afluência de público. Sábado, assistiram aos vários concertos 74.000 pessoas, e hoje, à hora da conferência de imprensa (18:30), a organização não dispunha ainda de estatíticas.
in Lusa (01-06-08)
Esta ponte permitirá a ligação a partir das Olaias à Alameda D. Afonso Henriques e desta a Monsanto através da avenida Duque de Ávila. "Um corredor verde", como lhe chamou António Costa, "que é mais uma concretização do Rock in Rio", enfatizou.
Referindo-se ao festival, que "é já um extraordinário sucesso", António Costa afirmou que é também uma forma de "internacionalizar Lisboa" e deu como exemplo a expansão do Rock in Rio para Madrid, onde este ano também se realiza.
Fonte da organização disse à Lusa que em 2010 o Rock in Rio decorrerá também em dois fins-de-semana, o primeiro em Maio , dias 29 e 30, e o segundo a começar sexta-feira, dia 04 de Junho.
O presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, sublinhou hoje no seu discurso que "o astro é o cidadão". Referindo-se às parcerias comerciais Medina afirmou: "Dizem que o Rock in Rio é um grande centro comercial, com muito marketing, e é. Aqui o astro é o cidadão, também".
Entre os parceiros, pelo Millennium BCP falou Armando Vara, que sublinhou "a importância do Rock in Rio para a afirmação da marca Milleninium" e como se tornou numa "referência para a juventude e para as famílias".
João Mendes Dias da Vodafone, outro parceiro do festival, destacou o entendimento de objectivos nomeadamente "a aposta na inovação".
Os outros parceiros já tradicionais do Rock in Rio são o Grupo Renascença, a SIC, o portal Sapo, a Toyota, e a 7Up
Hoje encerra a primeira parte do Rock in Rio que volta a animar o Parque da Bela Vista no próximo fim-de-semana, dias 05 e 06 de Junho com nomes como os Metallica, Moonspell, Kaiser Chiefs, The Offspring e Linkin Park.
Sexta-feira, dia da abertura houve "casa cheia", como disse hoje a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina. Segundo dados da organização deram entrada mais de 90.000 pessoas. Amy Winehouse foi um dos nomes de cartaz responsável por esta afluência de público. Sábado, assistiram aos vários concertos 74.000 pessoas, e hoje, à hora da conferência de imprensa (18:30), a organização não dispunha ainda de estatíticas.
RiR: Costa, Sá Fernandes e o Corredor Verde...
O festival Rock in Rio regressa a Lisboa dentro de 727 dias, a 29 e 30 de Maio de 2010, foi hoje anunciado pela organização que garantiu as parcerias já tradicionais de empresas e também da Câmara de Lisboa.
António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, anunciou que "a grande novidade do próximo Rock in Rio será a construção da ponte pedonal e para velocípedes que ligará o Parque da Bela Vista às Olaias".
Esta ponte permitirá a ligação a partir das Olaias à Alameda D. Afonso Henriques e desta a Monsanto através da avenida Duque de Ávila. "Um corredor verde", como lhe chamou António Costa, "que é mais uma concretização do Rock in Rio", enfatizou.
Referindo-se ao festival, que "é já um extraordinário sucesso", António Costa afirmou que é também uma forma de "internacionalizar Lisboa" e deu como exemplo a expansão do Rock in Rio para Madrid, onde este ano também se realiza.
Fonte da organização disse à Lusa que em 2010 o Rock in Rio decorrerá também em dois fins-de-semana, o primeiro em Maio , dias 29 e 30, e o segundo a começar sexta-feira, dia 04 de Junho.
O presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, sublinhou hoje no seu discurso que "o astro é o cidadão". Referindo-se às parcerias comerciais Medina afirmou: "Dizem que o Rock in Rio é um grande centro comercial, com muito marketing, e é. Aqui o astro é o cidadão, também".
Entre os parceiros, pelo Millennium BCP falou Armando Vara, que sublinhou "a importância do Rock in Rio para a afirmação da marca Milleninium" e como se tornou numa "referência para a juventude e para as famílias".
João Mendes Dias da Vodafone, outro parceiro do festival, destacou o entendimento de objectivos nomeadamente "a aposta na inovação".
Os outros parceiros já tradicionais do Rock in Rio são o Grupo Renascença, a SIC, o portal Sapo, a Toyota, e a 7Up
Hoje encerra a primeira parte do Rock in Rio que volta a animar o Parque da Bela Vista no próximo fim-de-semana, dias 05 e 06 de Junho com nomes como os Metallica, Moonspell, Kaiser Chiefs, The Offspring e Linkin Park.
Sexta-feira, dia da abertura houve "casa cheia", como disse hoje a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina. Segundo dados da organização deram entrada mais de 90.000 pessoas. Amy Winehouse foi um dos nomes de cartaz responsável por esta afluência de público. Sábado, assistiram aos vários concertos 74.000 pessoas, e hoje, à hora da conferência de imprensa (18:30), a organização não dispunha ainda de estatíticas.
Esta ponte permitirá a ligação a partir das Olaias à Alameda D. Afonso Henriques e desta a Monsanto através da avenida Duque de Ávila. "Um corredor verde", como lhe chamou António Costa, "que é mais uma concretização do Rock in Rio", enfatizou.
Referindo-se ao festival, que "é já um extraordinário sucesso", António Costa afirmou que é também uma forma de "internacionalizar Lisboa" e deu como exemplo a expansão do Rock in Rio para Madrid, onde este ano também se realiza.
Fonte da organização disse à Lusa que em 2010 o Rock in Rio decorrerá também em dois fins-de-semana, o primeiro em Maio , dias 29 e 30, e o segundo a começar sexta-feira, dia 04 de Junho.
O presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, sublinhou hoje no seu discurso que "o astro é o cidadão". Referindo-se às parcerias comerciais Medina afirmou: "Dizem que o Rock in Rio é um grande centro comercial, com muito marketing, e é. Aqui o astro é o cidadão, também".
Entre os parceiros, pelo Millennium BCP falou Armando Vara, que sublinhou "a importância do Rock in Rio para a afirmação da marca Milleninium" e como se tornou numa "referência para a juventude e para as famílias".
João Mendes Dias da Vodafone, outro parceiro do festival, destacou o entendimento de objectivos nomeadamente "a aposta na inovação".
Os outros parceiros já tradicionais do Rock in Rio são o Grupo Renascença, a SIC, o portal Sapo, a Toyota, e a 7Up
Hoje encerra a primeira parte do Rock in Rio que volta a animar o Parque da Bela Vista no próximo fim-de-semana, dias 05 e 06 de Junho com nomes como os Metallica, Moonspell, Kaiser Chiefs, The Offspring e Linkin Park.
Sexta-feira, dia da abertura houve "casa cheia", como disse hoje a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina. Segundo dados da organização deram entrada mais de 90.000 pessoas. Amy Winehouse foi um dos nomes de cartaz responsável por esta afluência de público. Sábado, assistiram aos vários concertos 74.000 pessoas, e hoje, à hora da conferência de imprensa (18:30), a organização não dispunha ainda de estatíticas.
in Lusa (01-06-08)
Uma só noite de Rock in Rio produz 14 toneladas de lixo
In Diário de Notícias (3/6/2008)
LICÍNIO LIMA
«Dia nasce no parque como se nada tivesse acontecido
"Isto, hoje, é uma brincadeira", diz- -nos Jorge Almeida, o responsável operacional da Câmara Municipal de Lisboa (CML) pela limpeza do parque da Bela Vista, onde decorre o Rock in Rio. Eram quase duas da manhã e o concerto Rod Stewart, no domingo, tinha terminado há pouco mais de uma hora. Todo o espaço em volta do Palco do Mundo, a tribuna principal, encontrava-se coberto de lixo. Mas, nem metade era comparado com o final do concerto de Amy Winhouse, na sexta-feira, em que foram recolhidas mais de 14 toneladas, observa o técnico municipal. (...)»
LICÍNIO LIMA
«Dia nasce no parque como se nada tivesse acontecido
"Isto, hoje, é uma brincadeira", diz- -nos Jorge Almeida, o responsável operacional da Câmara Municipal de Lisboa (CML) pela limpeza do parque da Bela Vista, onde decorre o Rock in Rio. Eram quase duas da manhã e o concerto Rod Stewart, no domingo, tinha terminado há pouco mais de uma hora. Todo o espaço em volta do Palco do Mundo, a tribuna principal, encontrava-se coberto de lixo. Mas, nem metade era comparado com o final do concerto de Amy Winhouse, na sexta-feira, em que foram recolhidas mais de 14 toneladas, observa o técnico municipal. (...)»
A propósito da realização do Rock in Rio 2008 no Parque da Bela Vista
O Parque da Bela Vista, na Freguesia de Marvila, em Lisboa, resultado da reconversão de uma antiga quinta de cariz agrícola, foi aberto ao público em 1991, tendo em vista, segundo posição da própria Câmara Municipal de Lisboa, “a qualificação ambiental e paiagística desta área da cidade e o reequilíbrio da estrutura verde de Lisboa”.
Contudo, não foi esta a política seguida pela Câmara Municipal de Lisboa a partir de 2004, quando permitiu a realização do primeiro Rock-in-Rio. A partir daí sucederam-se os mega-espectáculos, numa sequência pré-defenida, sem consulta à população, o que seria democraticamente aconselhável, tudo acontecendo como se de um destino inexorável se tratasse.
Foi assim com os Rock-in-Rio 2004 e 2006, Creamfields 2007 e será agora com o Rock-in-Rio 2008, que deverá acontecer nos próximos dias 30 e 31 de Maio e 6,7 e 8 de Junho.
Tais espectáculos de “massas”, com um impacto brutal sobre ambientes naturais sensíveis não devem realizar-se em espaços verdes, mas sim em Parques temáticos criados de raíz para o efeito. É o que está a acontecer na nossa vizinha Espanha, país que tanto gostamos de usar como termo de comparação, onde, em Arganda del Rey, perto de Madrid, está a nascer a cidade do rock, para albergar o ”Rock in Rio-Madrid” 2008 e outros eventos musicais que, por certo, se lhe seguirão.
Acresce que da realização de tais espectáculos não advém nenhuma vantagem para a cidade, uma vez que a Câmara Municipal de Lisboa isenta os promotores do pagamento das taxas municipais devidas à obtenção das licenças indispensáveis e não têm sido cumpridas as contrapartidas a que estão obrigados pela assinatura dos protocolos com a Câmara Municipal de Lisboa.
É bom realçar que a promessa de um novo gradeamento, permeável à vista, para maior segurança de todos quantos usufruem do parque, nunca foi concretizada desde essa primeira edição. Apesar de representar uma parcela quase insignificante das taxas municipais, se estas tivessem sido cobradas.
Também a população da zona de Marvila, sujeita a um ruído intolerável durante a duração dos Festivais, que lhe impossibilita o descanso a que tem direito e se vê impedida do usufruto integral do Parque, nada lucra com tais eventos.
Conscientes dos factos apontados, e procurando em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa a salvaguarda do Parque da Bela Vista, como zona verde, dada a sua relevante importância para a população da cidade, foi criado, em Março de 2007, o denominado Observatório do Parque da Bela Vista, movimento cívico que engloba Associações ambientalistas e cidadãos em nome individual, que tem acompanhado atenta e activamente tudo o que ao referido Parque diz respeito.
Contudo, a colaboração entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Observatório do Parque da Bela Vista que havia sido estreitada, com proveito para a cidade de Lisboa, quando em 2007, por altura da realização do Creamfields, foi nomeado um seu representante que, integrado na Comissão de Acompanhamento assistiu à montagem e desmontagem do Evento e elaborou um relatório, torna-se agora mais difícil dada a posição assumida pelo actual vereador do Ambiente e Espaços Verdes, que se recusa a reconhecer a nossa existência e portanto em dialogar cnnosco.
É com grande pena que registamos a atitude prepotente e agressiva do titular da actual vereaçâo, demonstrando um recuo muito preocupante no que respeita às relações entre o poder político e os cidadãos que o elegeram, tanto mais partindo de quem já foi um paladino da cidadania.
Não baixaremos, contudo, os braços, na nossa luta por uma Lisboa melhor para os lisboetas. Sabemos que os detentores dos cargos políticos têm uma vida efémera como tal. O Observatório da Bela Vista continuará.
João Pinto Soares
Contudo, não foi esta a política seguida pela Câmara Municipal de Lisboa a partir de 2004, quando permitiu a realização do primeiro Rock-in-Rio. A partir daí sucederam-se os mega-espectáculos, numa sequência pré-defenida, sem consulta à população, o que seria democraticamente aconselhável, tudo acontecendo como se de um destino inexorável se tratasse.
Foi assim com os Rock-in-Rio 2004 e 2006, Creamfields 2007 e será agora com o Rock-in-Rio 2008, que deverá acontecer nos próximos dias 30 e 31 de Maio e 6,7 e 8 de Junho.
Tais espectáculos de “massas”, com um impacto brutal sobre ambientes naturais sensíveis não devem realizar-se em espaços verdes, mas sim em Parques temáticos criados de raíz para o efeito. É o que está a acontecer na nossa vizinha Espanha, país que tanto gostamos de usar como termo de comparação, onde, em Arganda del Rey, perto de Madrid, está a nascer a cidade do rock, para albergar o ”Rock in Rio-Madrid” 2008 e outros eventos musicais que, por certo, se lhe seguirão.
Acresce que da realização de tais espectáculos não advém nenhuma vantagem para a cidade, uma vez que a Câmara Municipal de Lisboa isenta os promotores do pagamento das taxas municipais devidas à obtenção das licenças indispensáveis e não têm sido cumpridas as contrapartidas a que estão obrigados pela assinatura dos protocolos com a Câmara Municipal de Lisboa.
É bom realçar que a promessa de um novo gradeamento, permeável à vista, para maior segurança de todos quantos usufruem do parque, nunca foi concretizada desde essa primeira edição. Apesar de representar uma parcela quase insignificante das taxas municipais, se estas tivessem sido cobradas.
Também a população da zona de Marvila, sujeita a um ruído intolerável durante a duração dos Festivais, que lhe impossibilita o descanso a que tem direito e se vê impedida do usufruto integral do Parque, nada lucra com tais eventos.
Conscientes dos factos apontados, e procurando em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa a salvaguarda do Parque da Bela Vista, como zona verde, dada a sua relevante importância para a população da cidade, foi criado, em Março de 2007, o denominado Observatório do Parque da Bela Vista, movimento cívico que engloba Associações ambientalistas e cidadãos em nome individual, que tem acompanhado atenta e activamente tudo o que ao referido Parque diz respeito.
Contudo, a colaboração entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Observatório do Parque da Bela Vista que havia sido estreitada, com proveito para a cidade de Lisboa, quando em 2007, por altura da realização do Creamfields, foi nomeado um seu representante que, integrado na Comissão de Acompanhamento assistiu à montagem e desmontagem do Evento e elaborou um relatório, torna-se agora mais difícil dada a posição assumida pelo actual vereador do Ambiente e Espaços Verdes, que se recusa a reconhecer a nossa existência e portanto em dialogar cnnosco.
É com grande pena que registamos a atitude prepotente e agressiva do titular da actual vereaçâo, demonstrando um recuo muito preocupante no que respeita às relações entre o poder político e os cidadãos que o elegeram, tanto mais partindo de quem já foi um paladino da cidadania.
Não baixaremos, contudo, os braços, na nossa luta por uma Lisboa melhor para os lisboetas. Sabemos que os detentores dos cargos políticos têm uma vida efémera como tal. O Observatório da Bela Vista continuará.
João Pinto Soares
Que futuro para o Parque da Bela Vista? (*)
A propósito do ‘Rock-in-Rio’ (RinR) convém recordar que o Parque da Bela Vista (PBV) nasceu nos anos 90 e da vontade da CML em reconverter uma antiga quinta agrícola em parque urbano, pressupondo “uma qualificação ambiental e paisagística da zona e o reequilíbrio da estrutura verde de Lisboa”. Assim foi até 2004, apesar dos engulhos e vicissitudes: o campo de golfe e as rodovias que segmentam o Parque, o atraso na ampliação a Sul, etc. Aí, porque a forma de anfiteatro natural do PBV dava um bom recinto de espectáculos, Santana Lopes resolveu trazer a 1ª edição RinR. Decisão discutível, para mais tomada sem a indispensável consulta pública. Depois, o RinR 2006 e o ‘Creamfields’ 2007.
Ora, goste-se ou não de concertos, é inadmissível que eles se realizem no PBV e não num parque temático criado de raiz. Os espanhóis fizeram-no em Arganda del Rey. Porque nos mantemos no ‘pelotão de trás’? Isso e a manifesta tibieza da CML para com o cumprimento dos protocolos com o organizador do RinR (do festival ‘Creamfields’ ignora-se qualquer protocolo): onde está o sistema de vigilância do PBV? A nova vedação? Já retiraram o alcatrão da zona do palco central? E a Qtª do Pombeiro, quando será um espaço social? Taxas municipais? nem vê-las. Anuncia a CML que a contrapartida de 2008 será uma ponte; por acaso com publicidade ao organizador! Haverá outro RinR em 2010, segundo diz o actual Vereador dos Espaços Verdes, novamente sem o discutir publicamente. Em Setembro virá Madonna…
No Outono passado, a CML resolveu declarar, apressadamente (porque em compita com Oeiras) e mais uma vez sem debater com os cidadãos, que o novo Instituto Português de Oncologia irá para a zona sul do Parque, ‘roubando’ cerca de 8ha classificados como verdes no PDM. Mas que não nos preocupemos, pois serão criadas zonas verdes!
Que futuro para o Parque da Bela Vista?
Ora, goste-se ou não de concertos, é inadmissível que eles se realizem no PBV e não num parque temático criado de raiz. Os espanhóis fizeram-no em Arganda del Rey. Porque nos mantemos no ‘pelotão de trás’? Isso e a manifesta tibieza da CML para com o cumprimento dos protocolos com o organizador do RinR (do festival ‘Creamfields’ ignora-se qualquer protocolo): onde está o sistema de vigilância do PBV? A nova vedação? Já retiraram o alcatrão da zona do palco central? E a Qtª do Pombeiro, quando será um espaço social? Taxas municipais? nem vê-las. Anuncia a CML que a contrapartida de 2008 será uma ponte; por acaso com publicidade ao organizador! Haverá outro RinR em 2010, segundo diz o actual Vereador dos Espaços Verdes, novamente sem o discutir publicamente. Em Setembro virá Madonna…
No Outono passado, a CML resolveu declarar, apressadamente (porque em compita com Oeiras) e mais uma vez sem debater com os cidadãos, que o novo Instituto Português de Oncologia irá para a zona sul do Parque, ‘roubando’ cerca de 8ha classificados como verdes no PDM. Mas que não nos preocupemos, pois serão criadas zonas verdes!
Que futuro para o Parque da Bela Vista?
(*) In Revista Focus
Concerto de Madonna altera trânsito em Lisboa
In Diário de Notícias (12/9/2008)
JOÃO MOÇO
«Música. Um espectáculo de Madonna é sempre algo mais que um mero concerto. Envolve centenas
de pessoas, desde os músicos aos bailarinos e passando por todo o pessoal técnico. O Parque da Bela Vista, em Lisboa, está há uma semana a preparar-se para receber a rainha da pop.
60 bilhetes foram apreendidos por todo o País
É já no domingo que Madonna volta a Portugal, num concerto que tem gerado uma febre nos portugueses, já que apenas em seis dias esgotaram-se os 75 mil ingressos colocados à venda. Isto fez criar uma rede de mercado negro, onde vários bilhetes, já apreendidos, estavam a ser vendidos ilegalmente. (...)»
JOÃO MOÇO
«Música. Um espectáculo de Madonna é sempre algo mais que um mero concerto. Envolve centenas
de pessoas, desde os músicos aos bailarinos e passando por todo o pessoal técnico. O Parque da Bela Vista, em Lisboa, está há uma semana a preparar-se para receber a rainha da pop.
60 bilhetes foram apreendidos por todo o País
É já no domingo que Madonna volta a Portugal, num concerto que tem gerado uma febre nos portugueses, já que apenas em seis dias esgotaram-se os 75 mil ingressos colocados à venda. Isto fez criar uma rede de mercado negro, onde vários bilhetes, já apreendidos, estavam a ser vendidos ilegalmente. (...)»
Futuro negro para o Parque?
Passado 1 ano de nova vereação, tudo na mesma no Parque da Bela Vista, e, pior, as perspectivas são piores que nunca:
- IPO na parte Sul;
- Continuação de mega-concertos ad-aeternum;
- Possibilidade real de alargamento do clube de golfe ao topo norte do Parque.
Começo a ficar sem paciência.
- IPO na parte Sul;
- Continuação de mega-concertos ad-aeternum;
- Possibilidade real de alargamento do clube de golfe ao topo norte do Parque.
Começo a ficar sem paciência.
Comunicado sobre "Mega-Piquenique Concerto MODELO/Tony Carreira"
Exmo. Sr. Presidente da CML,
Dr. António Costa,
Exmo. Sr. Vereador,
Dr. José Sá Fernandes,
No seguimento da anunciada realização amanhã, dia 20 de Junho, de um "mega-piquenique" e de um "mega-concerto" de Tony Carreira no Parque da Bela Vista, e porque não temos "dois pêsos, duas medidas", vimos pelo presente renovar o nosso protesto pela insistência da Câmara Municipal de Lisboa em prosseguir com este tipo de eventos naquele parque, mais a mais sendo o presente de mero cariz comercial uma vez que é realizado pela cadeia Modelo.
Independentemente da popularidade do artista, do ambiente de pré-campanha eleitoral em que a cidade vive e de possíveis contrapartidas financeiras (e não só) para a cidade, que desconhecemos porque não são do conhecimento público, muito menos foram aprovadas em sessão de CML, cremos tratar-se mais uma vez de um evento inapropriado para o Parque da Bela Vista.
Renovamos as nossas dúvidas sobre a existência, ou não, de isenção de taxas de ocupação do espaço público, mais a mais sendo o evento puramente comercial.
Voltamos a expressar a nossa desilusão pela postura e pela prática da CML em relação ao Parque da Bela Vista, e em relação ao valor da cidadania, ao interromper a possibilidade dos cidadãos tomarem parte no necessário acompanhamento e monitorização do estado do Parque da Bela Vista, antes e depois dos eventos.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, João Diogo Moura, António Prôa e Carlos F. de Moura
Dr. António Costa,
Exmo. Sr. Vereador,
Dr. José Sá Fernandes,
No seguimento da anunciada realização amanhã, dia 20 de Junho, de um "mega-piquenique" e de um "mega-concerto" de Tony Carreira no Parque da Bela Vista, e porque não temos "dois pêsos, duas medidas", vimos pelo presente renovar o nosso protesto pela insistência da Câmara Municipal de Lisboa em prosseguir com este tipo de eventos naquele parque, mais a mais sendo o presente de mero cariz comercial uma vez que é realizado pela cadeia Modelo.
Independentemente da popularidade do artista, do ambiente de pré-campanha eleitoral em que a cidade vive e de possíveis contrapartidas financeiras (e não só) para a cidade, que desconhecemos porque não são do conhecimento público, muito menos foram aprovadas em sessão de CML, cremos tratar-se mais uma vez de um evento inapropriado para o Parque da Bela Vista.
Renovamos as nossas dúvidas sobre a existência, ou não, de isenção de taxas de ocupação do espaço público, mais a mais sendo o evento puramente comercial.
Voltamos a expressar a nossa desilusão pela postura e pela prática da CML em relação ao Parque da Bela Vista, e em relação ao valor da cidadania, ao interromper a possibilidade dos cidadãos tomarem parte no necessário acompanhamento e monitorização do estado do Parque da Bela Vista, antes e depois dos eventos.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, João Diogo Moura, António Prôa e Carlos F. de Moura
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