«Lisboa, 09 Jan (Lusa) - A Câmara de Lisboa aprovou hoje o protocolo com a organização do festival de música Rock in Rio, que prevê o pagamento pela promotora de 800 mil euros de contrapartidas, que incluem a construção de uma ponte.
A proposta, que dá luz verde à realização das edições de 2008 e 2010 do Rock in Rio, foi aprovada com os votos contra do movimento Cidadãos por Lisboa e do PCP e as abstenções dos vereadores independentes Carmona Rodrigues e José Ramos Ascensão, e os votos favoráveis do PS, PSD e Bloco de Esquerda.
A Better World, organizadora do evento, pagará à autarquia lisboeta um total de 800 mil euros como contrapartida pela realização dos dois festivais de música no Parque da Bela Vista, de acordo com o protocolo.
A contrapartida da edição de 2008 será aplicada nomeadamente na construção de uma ponte de ligação entre a zona sul do Parque e o Bairro das Olaias.
Esta ponte foi pensada para a futura utilização do parque, que albergará as novas instalações do Instituto Português de Oncologia (IPO).
Segundo o protocolo, a autarquia isenta a Better World do pagamento de "todas as licenças camarárias necessárias à realização do evento" e do pagamento de "taxas de aluguer de equipamentos e materiais da Câmara Municipal de Lisboa".
A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta contestou a ausência na proposta do valor das isenções e a falta de garantias para que a organização deixe o coberto vegetal do parque como o encontrou.
Helena Roseta questionou ainda a forma como as contrapartidas serão aplicadas na construção da ponte para peões e bicicletas, que durante três anos terá publicidade da organização, considerando que a infra-estrutura será transformada num "outdoor".
O ex-presidente da Câmara e vereador independente Carmona Rodrigues também considerou que "fica por definir o universo de patrocinadores que durante três anos vão beneficiar daquele espaço [ponte] para fazer a sua publicidade".
"Achamos que deveria ser feito o protocolo para 2008 e depois ser feita a avaliação de como correu para poder ser rectificado ou melhorado em 2010", afirmou, contestando que o acordo abranja as duas edições do evento.
Pelo PSD, o vereador Fernando Negrão frisou que "se o protocolo foi negociado com contrapartidas foi porque houve um protocolo em 2006", quando os sociais-democratas governavam a Câmara sob a liderança de Carmona Rodrigues.
A vereadora comunista Rita Magrinho contestou igualmente a publicidade ao Rock in Rio e às marcas associadas ao evento que constarão da ponte, considerando que transforma a infra-estrutura num "painel de publicidade".
Rita Magrinho criticou ainda o vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes (BE), por não ter divulgado um relatório sobre o estado do Parque da Bela Vista após a última edição do festival.
O vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, esclareceu que consta das regras de utilização do Parque da Bela Vista que a organização deixe inalterado o coberto vegetal da zona.
Sobre a isenção de taxas municipais, que criticou no mandato anterior, Sá Fernandes sublinhou que contestou que essa isenção se realizasse sem a existência de contrapartidas para a cidade.
"Pela primeira vez, o Rock in Rio vai ter contrapartidas que se vêem e notam, e que têm a ver com a estrutura ecológica da cidade. Pela primeira vez, ficam marcadas as regras para dois anos, o que é também uma inovação positiva", defendeu.
O presidente da Câmara, António Costa (PS), sublinhou que o acordo alcançado "é melhor que o anterior", que "isentou de taxas e nada exigiu de contrapartidas".
A terceira edição do Rock in Rio - Lisboa realiza-se nos dias 30 e 31 de Maio e 06, 07 e 08 de Junho deste ano e a quarta edição durante os dias 28 e 29 de Maio e 04, 05 e 06 de Junho de 2010.
ACL.
Lusa»
E pronto. Portas abertas e passadeira vermelha. Quem dá mais? Pobre terra.
Thursday, January 10, 2008
Tuesday, January 8, 2008
Rock in Rio paga 800 mil euros de contrapartidas à CML
A Câmara de Lisboa discute quarta-feira o protocolo com a organização do festival de música Rock in Rio, que prevê o pagamento pela promotora de 800 mil euros de contrapartidas, que incluem a construção de uma ponte.
A Better World, organizadora das edições de 2008 e 2010 do Rock in Rio, pagará à autarquia lisboeta um total de 800 mil euros como contrapartida pela realização dos dois festivais de música no parque da Bela Vista, de acordo com o protocolo, a que a Lusa teve acesso.
A contrapartida da edição de 2008 será aplicada nomeadamente na construção de uma ponte de ligação entre a zona sul do parque e o bairro das Olaias.
Esta ponte foi pensada para a futura utilização do parque, que albergará as novas instalações do Instituto Português de Oncologia (IPO).
Segundo o protocolo, a autarquia isenta a Better World do pagamento de «todas as licenças camarárias necessárias à realização do evento» e do pagamento de «taxas de aluguer de equipamentos e materiais da Câmara Municipal de Lisboa».
De acordo com o documento, será constituída uma equipa de trabalho com representantes de vários serviços municipais para o acompanhamento necessário à preparação e realização do evento, coordenada pelo gabinete do presidente da autarquia, António Costa, com representantes da organização do festival.
A terceira edição do Rock in Rio - Lisboa realiza-se nos dias 30 e 31 de Maio e 06, 07 e 08 de Junho deste ano e a quarta edição durante os dias 28 e 29 de Maio e 04, 05 e 06 de Junho de 2010.
A associação de cidadãos Observatório do Parque da Bela Vista lamentou hoje, em comunicado, a «subserviência» da autarquia em relação à promotora do evento, criticando que antes da assinatura do protocolo, o evento tenha sido publicitado pela organização e o conteúdo do acordo divulgado pelo pelouro dos Espaços Verdes, tutelado pelo vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes.
«Mais uma vez, antes de o promotor ter cumprido uma claúsula que fosse do protocolo referente à edição de 2006, é-lhe assegurada a organização por mais edições», afirmou o Observatório, numa carta dirigida ao presidente da Câmara.
A associação critica ainda que a autarquia queira isentar do pagamento de taxas o promotor do Rock in Rio.
in Lusa
A Better World, organizadora das edições de 2008 e 2010 do Rock in Rio, pagará à autarquia lisboeta um total de 800 mil euros como contrapartida pela realização dos dois festivais de música no parque da Bela Vista, de acordo com o protocolo, a que a Lusa teve acesso.
A contrapartida da edição de 2008 será aplicada nomeadamente na construção de uma ponte de ligação entre a zona sul do parque e o bairro das Olaias.
Esta ponte foi pensada para a futura utilização do parque, que albergará as novas instalações do Instituto Português de Oncologia (IPO).
Segundo o protocolo, a autarquia isenta a Better World do pagamento de «todas as licenças camarárias necessárias à realização do evento» e do pagamento de «taxas de aluguer de equipamentos e materiais da Câmara Municipal de Lisboa».
De acordo com o documento, será constituída uma equipa de trabalho com representantes de vários serviços municipais para o acompanhamento necessário à preparação e realização do evento, coordenada pelo gabinete do presidente da autarquia, António Costa, com representantes da organização do festival.
A terceira edição do Rock in Rio - Lisboa realiza-se nos dias 30 e 31 de Maio e 06, 07 e 08 de Junho deste ano e a quarta edição durante os dias 28 e 29 de Maio e 04, 05 e 06 de Junho de 2010.
A associação de cidadãos Observatório do Parque da Bela Vista lamentou hoje, em comunicado, a «subserviência» da autarquia em relação à promotora do evento, criticando que antes da assinatura do protocolo, o evento tenha sido publicitado pela organização e o conteúdo do acordo divulgado pelo pelouro dos Espaços Verdes, tutelado pelo vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes.
«Mais uma vez, antes de o promotor ter cumprido uma claúsula que fosse do protocolo referente à edição de 2006, é-lhe assegurada a organização por mais edições», afirmou o Observatório, numa carta dirigida ao presidente da Câmara.
A associação critica ainda que a autarquia queira isentar do pagamento de taxas o promotor do Rock in Rio.
Protocolo Rock in Rio / Protesto:
Exmo. Sr. Presidente da Câmara,
Dr. António Costa,
Tomámos conhecimento de que faz parte da 20ª Reunião da CML, do próximo dia 9 de Janeiro, a aprovação da minuta do protocolo entre CML e a firma «Better World», promotora do Festival Rock in Rio, pelo que serve o presente para lamentar profundamente o desenrolar de todo este processo, a saber:
1. Mais uma vez, ANTES de qualquer protocolo estar assinado, já o promotor estava a publicitar por toda a cidade o evento, com base em «nada».
2. ANTES do protocolo ser sequer discutido em reunião de CML, o Pelouro dos Espaços Verdes anunciou-o à imprensa como se o estivesse, AML, incluída.
3. Mais uma vez, ANTES do promotor ter cumprido 1 claúsula que fosse do protocolo referente à edição de 2006, é-lhe assegurada a organização por mais edições.
Tratamento bem diferente tem sido o dado pelas entidades madrilenas a este respeito, uma vez que não só «encaminharam» o evento para a periferia de Madrid, para um parque construído de raíz para eventos desta natureza, como tudo quanto se refere a protocolado tem sido do conhecimento público e escrupulosamente cumprido. Lamentamos a subserviência da CML em relação ao promotor brasileiro.
Lamentamos, ainda, que, à semelhança do que foi feito aquando do Festival Creamfields, mais uma vez, a CML queira tornar isento de pagamento de taxas o promotor do «Rock in Rio».
Consideramos uma desilusão a postura da CML em relação não só à organização deste evento como ao Parque da Bela Vista no seu todo, e reclamamos o facto de ainda não termos tido qualquer resposta aos nossos sucessivos pedidos de esclarecimento sobre o assunto em epígrafe, junto do Pelouro dos Espaços Verdes, o último dos quais em carta registada de 26 de Dezembro.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, João Pinto Soares, Carlos Brandão e Diogo Moura
Dr. António Costa,
Tomámos conhecimento de que faz parte da 20ª Reunião da CML, do próximo dia 9 de Janeiro, a aprovação da minuta do protocolo entre CML e a firma «Better World», promotora do Festival Rock in Rio, pelo que serve o presente para lamentar profundamente o desenrolar de todo este processo, a saber:
1. Mais uma vez, ANTES de qualquer protocolo estar assinado, já o promotor estava a publicitar por toda a cidade o evento, com base em «nada».
2. ANTES do protocolo ser sequer discutido em reunião de CML, o Pelouro dos Espaços Verdes anunciou-o à imprensa como se o estivesse, AML, incluída.
3. Mais uma vez, ANTES do promotor ter cumprido 1 claúsula que fosse do protocolo referente à edição de 2006, é-lhe assegurada a organização por mais edições.
Tratamento bem diferente tem sido o dado pelas entidades madrilenas a este respeito, uma vez que não só «encaminharam» o evento para a periferia de Madrid, para um parque construído de raíz para eventos desta natureza, como tudo quanto se refere a protocolado tem sido do conhecimento público e escrupulosamente cumprido. Lamentamos a subserviência da CML em relação ao promotor brasileiro.
Lamentamos, ainda, que, à semelhança do que foi feito aquando do Festival Creamfields, mais uma vez, a CML queira tornar isento de pagamento de taxas o promotor do «Rock in Rio».
Consideramos uma desilusão a postura da CML em relação não só à organização deste evento como ao Parque da Bela Vista no seu todo, e reclamamos o facto de ainda não termos tido qualquer resposta aos nossos sucessivos pedidos de esclarecimento sobre o assunto em epígrafe, junto do Pelouro dos Espaços Verdes, o último dos quais em carta registada de 26 de Dezembro.
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, João Pinto Soares, Carlos Brandão e Diogo Moura
Monday, December 31, 2007
Wednesday, December 12, 2007
Recomendação Os Verdes aprovada excepto num ponto ...
«Mais concretamente (talvez interesse) a votação na AML, referente à recomendação de Os Verdes sobre festivais de música no Parque da Bela Vista, foi a seguinte:
Pontos 1 a 4: APROVADOS com a abstenção de PS
Ponto 5: REJEITADO com os votos contra de PSD e BE e abstenção de PS e CDS
Ponto 6: APROVADA com a abstenção de PSD e PS»
Curiosa a reprovação do ponto 5, em que se sugeria, à semelhança do que foi feito com o «Creamfields», a criação de uma comissão de acompanhamento do Rock-in-Rio, da qual fizesse parte, entre outros, este observatório. Curiosa a aliança. Temos pena, mas não dispomos de bilhetes para distribuir.
Pontos 1 a 4: APROVADOS com a abstenção de PS
Ponto 5: REJEITADO com os votos contra de PSD e BE e abstenção de PS e CDS
Ponto 6: APROVADA com a abstenção de PSD e PS»
Curiosa a reprovação do ponto 5, em que se sugeria, à semelhança do que foi feito com o «Creamfields», a criação de uma comissão de acompanhamento do Rock-in-Rio, da qual fizesse parte, entre outros, este observatório. Curiosa a aliança. Temos pena, mas não dispomos de bilhetes para distribuir.
Tuesday, December 11, 2007
Votação na Assembleia Municipal de Lisboa esta tarde
Acabo de sair da Assembleia Municipal. A proposta seguinte, apresentada pelos «Verdes» foi aprovada (diz respeito ao Parque da Bela Vista), mas o seu ponto 5 (aí em baixo a vermelho), que se refere concretamente à participação do Observatório, foi rejeitado pelos votos contra do PSD e do BE. PS e CDS abstiveram-se nesse ponto.
É a seguinte a proposta, na íntegra:
.
Partido Ecologista "Os Verdes" - http://pev.am-lisboa.pt
Assembleia Municipal de Lisboa, Av. de Roma, nº 14, P 3 - 1000-265 Lisboa
Tel: 218 170 426 - Fax: 218 170 427 - E-mail: aml.osverdes@cm-lisboa.pt
Recomendação
Festivais de música no Parque da Bela Vista
‘Rock in Rio’ e ‘Creamfields’
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa anunciou ter chegado a acordo com a organização do Festival ‘Rock in Rio Lisboa’ para a assinatura de um protocolo que prevê a realização daquele evento na capital portuguesa em 2008 e 2010, protocolo esse que deverá ir a reunião de Câmara e vir à Assembleia Municipal de Lisboa para aprovação.
Considerando que, segundo a comunicação social, fonte da CML indicou que, nos dois anos em questão, o Festival se realizará, como até agora, no Parque da Bela Vista.
Considerando que a terceira edição deste Festival, agendada para 30 e 31 de Maio e 6, 7 e 8 de Junho de 2008, vai envolver um investimento total de 25 milhões de euros, de acordo com declarações do vice-presidente da organização do evento, e que, dessa verba, a organização vai investir 19 milhões de euros na estratégia de comunicação da edição do próximo ano, dos quais 12,8 milhões são garantidos pelos patrocinadores do evento.
Considerando os actuais impactes do ‘Rock in Rio Lisboa’ no local onde é realizado, quer na qualidade do espaço verde e seu usufruto pelos cidadãos, quer pelo ruído que afecta os moradores das zonas envolventes, perturbando o seu sono e descanso.
Considerando o exemplo de Espanha, em que o “Rock in Rio Madrid” não será organizado num jardim da cidade, mas antes num parque temático criado para o efeito.
Considerando que quando a CML acordou a organização do Festival ‘Creamfields’, também no Parque da Bela Vista, foi estabelecido um protocolo com a Smart Events que colocou a exigência de pagamentos de contrapartidas por parte da promotora do Festival.
Considerando que no âmbito da organização do Festival ‘Creamfields’ foi constituída uma Comissão de Acompanhamento, para fazer um levantamento da situação no local pré e pós evento.
Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da
presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”, recomendar à Câmara
Municipal de Lisboa que:
1. Torne público, desde já, o acordo com a organização do ‘Rock in Rio’ 2008/2010, ponto por ponto;
2. Informe esta Assembleia quanto ao que foi e o que não foi cumprido no âmbito do protocolo de 2004 e 2006 com a organização do ‘Rock in Rio’;
3. Informe esta Assembleia quanto ao que foi e o que não foi cumprido no âmbito do protocolo com a Smart Events para a organização do ‘Creamfields’; Partido Ecologista "Os Verdes";
4. Tome as medidas necessárias ao cumprimento das obrigações decorrentes dos
protocolos anteriores, incluindo a permanência de 7 jardineiros e a instalação de vigilância permanente;
5. Promova a constituição de uma Comissão de Acompanhamento do ‘Rock in Rio Lisboa’, que inclua elementos designados pela Junta de Freguesia, ssociações de moradores, do Observatório do Parque da Bela Vista, entre outros;
6. Proceda ao estudo de locais alternativos para a eventual realização de futuros festivais desta natureza e dimensão, que não passem por jardins e parques da cidade, evitando-se desta forma impactes negativos na qualidade destes espaços e respectivo usufruto pelos cidadãos.
Assembleia Municipal de Lisboa, Av. de Roma, nº 14, P 3 - 1000-265 Lisboa
Tel: 218 170 426 - Fax: 218 170 427 - E-mail: aml.osverdes@cm-lisboa.pt
Recomendação
Festivais de música no Parque da Bela Vista
‘Rock in Rio’ e ‘Creamfields’
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa anunciou ter chegado a acordo com a organização do Festival ‘Rock in Rio Lisboa’ para a assinatura de um protocolo que prevê a realização daquele evento na capital portuguesa em 2008 e 2010, protocolo esse que deverá ir a reunião de Câmara e vir à Assembleia Municipal de Lisboa para aprovação.
Considerando que, segundo a comunicação social, fonte da CML indicou que, nos dois anos em questão, o Festival se realizará, como até agora, no Parque da Bela Vista.
Considerando que a terceira edição deste Festival, agendada para 30 e 31 de Maio e 6, 7 e 8 de Junho de 2008, vai envolver um investimento total de 25 milhões de euros, de acordo com declarações do vice-presidente da organização do evento, e que, dessa verba, a organização vai investir 19 milhões de euros na estratégia de comunicação da edição do próximo ano, dos quais 12,8 milhões são garantidos pelos patrocinadores do evento.
Considerando os actuais impactes do ‘Rock in Rio Lisboa’ no local onde é realizado, quer na qualidade do espaço verde e seu usufruto pelos cidadãos, quer pelo ruído que afecta os moradores das zonas envolventes, perturbando o seu sono e descanso.
Considerando o exemplo de Espanha, em que o “Rock in Rio Madrid” não será organizado num jardim da cidade, mas antes num parque temático criado para o efeito.
Considerando que quando a CML acordou a organização do Festival ‘Creamfields’, também no Parque da Bela Vista, foi estabelecido um protocolo com a Smart Events que colocou a exigência de pagamentos de contrapartidas por parte da promotora do Festival.
Considerando que no âmbito da organização do Festival ‘Creamfields’ foi constituída uma Comissão de Acompanhamento, para fazer um levantamento da situação no local pré e pós evento.
Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da
presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”, recomendar à Câmara
Municipal de Lisboa que:
1. Torne público, desde já, o acordo com a organização do ‘Rock in Rio’ 2008/2010, ponto por ponto;
2. Informe esta Assembleia quanto ao que foi e o que não foi cumprido no âmbito do protocolo de 2004 e 2006 com a organização do ‘Rock in Rio’;
3. Informe esta Assembleia quanto ao que foi e o que não foi cumprido no âmbito do protocolo com a Smart Events para a organização do ‘Creamfields’; Partido Ecologista "Os Verdes";
4. Tome as medidas necessárias ao cumprimento das obrigações decorrentes dos
protocolos anteriores, incluindo a permanência de 7 jardineiros e a instalação de vigilância permanente;
5. Promova a constituição de uma Comissão de Acompanhamento do ‘Rock in Rio Lisboa’, que inclua elementos designados pela Junta de Freguesia, ssociações de moradores, do Observatório do Parque da Bela Vista, entre outros;
6. Proceda ao estudo de locais alternativos para a eventual realização de futuros festivais desta natureza e dimensão, que não passem por jardins e parques da cidade, evitando-se desta forma impactes negativos na qualidade destes espaços e respectivo usufruto pelos cidadãos.
Thursday, November 15, 2007
Rock in Rio/Pedido esclarecimento s/protocolo+comissão acompanhamento
Exmo. Sr. Presidente da CML, Dr. António Costa,
Exmo. Sr. Vereador dos Espaços Verdes, Dr. José Sá Fernandes,
No seguimento do comunicado da CML relativo às edições de 2008 e 2010 do Rock in Rio, e do cocktail de lançamento do mesmo, vimos por este meio solicitar a V.Exas. que;
* Tornem público o acordo CML-organizador, ponto por ponto;
* Tome as medidas necessárias ao cumprimento das obrigações da organização decorrentes dos protocolos anteriores, nomeadamente a colocação de vedação definitiva, a instalação de vigilância ininterrupta, a permanência de 7 jardineiros a full time, etc.;
Mais solicitamos que, à semelhança do que foi feito para o festival Creamfields, também agora seja constituída uma comissão de acompanhamento, que permita fazer um levantamento da situação pré e pós evento, e que nessa comissão, também à semelhança do Creamfields, haja a possibilidade de nela incluir um representante do Observatório do Parque da Bela Vista.
Na expectativa de uma resposta de V.Exas., subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Diogo Moura e José Carlos Mendes
Exmo. Sr. Vereador dos Espaços Verdes, Dr. José Sá Fernandes,
No seguimento do comunicado da CML relativo às edições de 2008 e 2010 do Rock in Rio, e do cocktail de lançamento do mesmo, vimos por este meio solicitar a V.Exas. que;
* Tornem público o acordo CML-organizador, ponto por ponto;
* Tome as medidas necessárias ao cumprimento das obrigações da organização decorrentes dos protocolos anteriores, nomeadamente a colocação de vedação definitiva, a instalação de vigilância ininterrupta, a permanência de 7 jardineiros a full time, etc.;
Mais solicitamos que, à semelhança do que foi feito para o festival Creamfields, também agora seja constituída uma comissão de acompanhamento, que permita fazer um levantamento da situação pré e pós evento, e que nessa comissão, também à semelhança do Creamfields, haja a possibilidade de nela incluir um representante do Observatório do Parque da Bela Vista.
Na expectativa de uma resposta de V.Exas., subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Diogo Moura e José Carlos Mendes
Tuesday, November 13, 2007
Confirmado Rock in Rio no Parque da Bela Vista (???!!)
In Diário XXI (13/11/2007)
«O festival de música Rock in Rio irá permanecer até 2010 no seu local habitual, no Parque da Bela Vista, apesar da construção do IPO naquele local
A organização do festival de música Rock in Rio garantiu ontem que o evento se realizará no Parque da Bela Vista, em Lisboa, “pelo menos até 2010”, apesar de estar a ser considerada a construção naquele local do novo Instituto Português de Oncologia (IPO). “Não existe qualquer obstáculo para a realização do festival. O Rock in Rio está confirmado, se um dia o IPO vier a ser construído ali, temos que pensar num outro local no futuro, mas não agora, pelo menos até 2010”, declarou Rodolfo Medina, vice-presidente do Rock in Rio, em declarações à margem da apresentação da estratégia de comunicação da edição de 2008 do festival. Rodolfo Medina esclareceu que “existem de facto conversações com a Câmara Municipal neste momento, mas para combinar as melhores formas de funcionamento do festival”. A 2 de Novembro o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, revelou estar “à beira de chegar a um acordo” com o ministério da Saúde para a instalação do IPO no Parque da Bela Vista. O terreno oferecido pela Câmara de Lisboa ao ministério da Saúde para a instalação do novo IPO situa-se em Marvila, na zona do Parque da Bela Vista, ocupando uma área de 12,5 hectares. António Costa quis com esta proposta evitar a saída do IPO de Lisboa para Oeiras. »
Como diz JCMendes, e bem, no seu «Lisboa Lisboa», andam a fazer-nos todos de tolos, pois não existe nada concreto sobre as futuras edições do Rock-in-Rio. Costas quentes?
«O festival de música Rock in Rio irá permanecer até 2010 no seu local habitual, no Parque da Bela Vista, apesar da construção do IPO naquele local
A organização do festival de música Rock in Rio garantiu ontem que o evento se realizará no Parque da Bela Vista, em Lisboa, “pelo menos até 2010”, apesar de estar a ser considerada a construção naquele local do novo Instituto Português de Oncologia (IPO). “Não existe qualquer obstáculo para a realização do festival. O Rock in Rio está confirmado, se um dia o IPO vier a ser construído ali, temos que pensar num outro local no futuro, mas não agora, pelo menos até 2010”, declarou Rodolfo Medina, vice-presidente do Rock in Rio, em declarações à margem da apresentação da estratégia de comunicação da edição de 2008 do festival. Rodolfo Medina esclareceu que “existem de facto conversações com a Câmara Municipal neste momento, mas para combinar as melhores formas de funcionamento do festival”. A 2 de Novembro o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, revelou estar “à beira de chegar a um acordo” com o ministério da Saúde para a instalação do IPO no Parque da Bela Vista. O terreno oferecido pela Câmara de Lisboa ao ministério da Saúde para a instalação do novo IPO situa-se em Marvila, na zona do Parque da Bela Vista, ocupando uma área de 12,5 hectares. António Costa quis com esta proposta evitar a saída do IPO de Lisboa para Oeiras. »
Como diz JCMendes, e bem, no seu «Lisboa Lisboa», andam a fazer-nos todos de tolos, pois não existe nada concreto sobre as futuras edições do Rock-in-Rio. Costas quentes?
Tuesday, November 6, 2007
Monday, November 5, 2007
Nota de imprensa:
No seguimento das notícias vindas recentemente a público sobre o Parque da Bela Vista, nomeadamente sobre o Rock-in-Rio e sobre o IPO, somos a comentar o seguinte:
1. Não deixa de ser estranha a "segurança" com que é anunciada a edição de 2008 do Rock-in-Rio, sabendo-se, como se sabe, que não existe qualquer protocolo ou acordo escrito sobre uma nova edição daquele festival.
Mais, desconhece-se completamente se a comissão de acompanhamento CML / Rock-in-Rio continua ou não activa, pelo que se desconhem as contrapartidas por essa eventual nova edição.
Assim, não só se está a anunciar algo que não tem suporte escrito, como se esquecem os compromissos assumidos aquando do protocolo das edições anteriores, que, recorde-se, continuam por cumprir: substituição da vedação, vigilância com 7 elementos, reposição do coberto vegetal da zona central, etc.
2. Até à data não foi esclarecido se foram os serviços florestais da CML a providenciarem as 3 hipóteses de localização do futuro IPO, pelo que continuamos à espera de um esclarecimento por parte da CML.
Sobre as 3 hipóteses aventadas na comunicação social, escolhemos claramente a 1ª, que implica a localização do hotel fora da zona do Parque da Bela Vista.
Ainda sobre esta hipótese, cumpre-nos declarar que não estando em causa mais do que um morro de canavial e um terreno de sequeiro, isso não significa que a área a ser ocupada pelo novo IPO não seja considerada como "verde" e, por isso, objecto de protecção pelo PDM.
Sobre a ocupação da Quinta do Pombeiro, cremos ser uma boa solução, a do Centro de I&D, desde que o projecto arquitectónico não altere significativamente a traça e o desenho do edifício e jardim, hoje ao abandono; e desde que a solução de cariz social que estava prevista para a quinta seja trasladada para a Quinta da Nossa Senhora da Paz, no Lumiar.
3. Até à data não se sabe qual o destino da compensação financeira (175 mil €) decorrente do acordo para a realização do festival Creamfields.
Paulo Ferrero, José Carlos Mendes, Diogo Moura e Carlos Brandão
1. Não deixa de ser estranha a "segurança" com que é anunciada a edição de 2008 do Rock-in-Rio, sabendo-se, como se sabe, que não existe qualquer protocolo ou acordo escrito sobre uma nova edição daquele festival.
Mais, desconhece-se completamente se a comissão de acompanhamento CML / Rock-in-Rio continua ou não activa, pelo que se desconhem as contrapartidas por essa eventual nova edição.
Assim, não só se está a anunciar algo que não tem suporte escrito, como se esquecem os compromissos assumidos aquando do protocolo das edições anteriores, que, recorde-se, continuam por cumprir: substituição da vedação, vigilância com 7 elementos, reposição do coberto vegetal da zona central, etc.
2. Até à data não foi esclarecido se foram os serviços florestais da CML a providenciarem as 3 hipóteses de localização do futuro IPO, pelo que continuamos à espera de um esclarecimento por parte da CML.
Sobre as 3 hipóteses aventadas na comunicação social, escolhemos claramente a 1ª, que implica a localização do hotel fora da zona do Parque da Bela Vista.
Ainda sobre esta hipótese, cumpre-nos declarar que não estando em causa mais do que um morro de canavial e um terreno de sequeiro, isso não significa que a área a ser ocupada pelo novo IPO não seja considerada como "verde" e, por isso, objecto de protecção pelo PDM.
Sobre a ocupação da Quinta do Pombeiro, cremos ser uma boa solução, a do Centro de I&D, desde que o projecto arquitectónico não altere significativamente a traça e o desenho do edifício e jardim, hoje ao abandono; e desde que a solução de cariz social que estava prevista para a quinta seja trasladada para a Quinta da Nossa Senhora da Paz, no Lumiar.
3. Até à data não se sabe qual o destino da compensação financeira (175 mil €) decorrente do acordo para a realização do festival Creamfields.
Paulo Ferrero, José Carlos Mendes, Diogo Moura e Carlos Brandão
Friday, November 2, 2007
Câmara à «beira de chegar acordo» sobre IPO no Parque da Bela Vista
In Sol Online (2/11/2007)
«O presidente da Câmara de Lisboa revelou à Lusa estar «à beira de chegar a um acordo» com o Ministério da Saúde para a instalação do Instituto Português de Oncologia (IPO) no Parque da Bela Vista
«Estamos à beira de chegar a acordo» disse à Lusa o presidente da Câmara, António Costa (PS).
O terreno oferecido pela Câmara de Lisboa ao Ministério da Saúde para a instalação do novo IPO situa-se em Marvila, na zona do Parque da Bela Vista, ocupando uma área de 12,5 hectares.
Prevê-se uma área de construção de 29 mil metros quadrados, dividida em quatro edifícios, um para módulo hospitalar, outro para investigação, um edifício residencial e uma unidade de apoio psicológico.
António Costa quis com esta proposta evitar a saída do IPO de Lisboa, depois de o Município de Oeiras ter disponibilizado terrenos para acolher aquela unidade de saúde.
A Câmara autorizou António Costa a negociar com o Ministério da Saúde através da aprovação de uma proposta na reunião do executivo de dia 26 de Setembro.
Na altura, o autarca explicou que os terrenos em Marvila vão ao encontro do projecto de um "campus hospitalar" pretendido pelo Ministério da Saúde e têm ainda a vantagem de estar perto do futuro Hospital de Todos-os-Santos.
"Permite a instalação nas franjas do Parque da Bela Vista Sul sem interromper a ligação com o Parque da Bela Vista Norte", referiu.
A zona inclui a Quinta do Pombeiro, que a Câmara se havia comprometido a ceder para um centro de acolhimento temporário de crianças, que poderá agora vir a ser instalado noutra propriedade da autarquia, a Quinta da Paz.
O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), destacou na altura os «melhores acessos» oferecidos pela localização em Marvila em comparação com os terrenos disponibilizados pela Câmara de Oeiras.
Para «ganhar área verde», compensando os espaços verdes ocupados no Parque da Bela Vista Sul, a autarquia quer «reformular um loteamento municipal no Vale Vistoso» que ocupa cinco hectares.
A ideia é igualmente fazer uma «ligação pedonal e de ciclovia por cima da linha do caminho-de-ferro para ligar a Belavista à zona das Olaias e do Areeiro».
O vereador dos Espaços Verdes, Sá Fernandes (BE), sublinhou que a proposta, discutida com o mentor do Plano Verde de Lisboa, Gonçalo Ribeiro Telles, contempla um futuro corredor verde até ao Parque Florestal de Monsanto.
Sá Fernandes destacou ainda que a instalação do IPO em Marvila vai beneficiar uma «zona da cidade guetizada».
Lusa/SOL»
O grande problema aqui nem sequer é a área que o IPO vai ocupar na zona sul do Parque da Bela Vista, que, a bem dizer, é um barranco com canas e pouco e árvores palito, plantadas, para inglês ver, dias antes da anterior vereação cair.
O problema aqui é outro e tem duas vertentes:
1. Que vão fazer com os terrenos do IPO em Sete-Rios? Porque não se faz o que a administração anterior do IPO sugeriu a este mesmo ministro quando ele era ministro do governo de Gueterres: recicle-se o actual IPO no mesmo espaço, de forma gradual.
2. Os doentes que futuramente forem ao IPO, na Bela Vista, irão sofrer imenso, sob o ponto de vista psíquico. Aquela zona é altamente problemática, basta sair naquelas bocas de Metro, em descampado, com vento e coisas feias por todo o lado. Carros em alta velocidade, passadeiras e passeios inexistentes. Enfim, uma Lisboa de 2ª, ou 3ª, nem bem sei.
Por isso, antes de haver IPO tem que haver dignidade naquele espaço. Senão, melhor seria Oeiras...
«O presidente da Câmara de Lisboa revelou à Lusa estar «à beira de chegar a um acordo» com o Ministério da Saúde para a instalação do Instituto Português de Oncologia (IPO) no Parque da Bela Vista
«Estamos à beira de chegar a acordo» disse à Lusa o presidente da Câmara, António Costa (PS).
O terreno oferecido pela Câmara de Lisboa ao Ministério da Saúde para a instalação do novo IPO situa-se em Marvila, na zona do Parque da Bela Vista, ocupando uma área de 12,5 hectares.
Prevê-se uma área de construção de 29 mil metros quadrados, dividida em quatro edifícios, um para módulo hospitalar, outro para investigação, um edifício residencial e uma unidade de apoio psicológico.
António Costa quis com esta proposta evitar a saída do IPO de Lisboa, depois de o Município de Oeiras ter disponibilizado terrenos para acolher aquela unidade de saúde.
A Câmara autorizou António Costa a negociar com o Ministério da Saúde através da aprovação de uma proposta na reunião do executivo de dia 26 de Setembro.
Na altura, o autarca explicou que os terrenos em Marvila vão ao encontro do projecto de um "campus hospitalar" pretendido pelo Ministério da Saúde e têm ainda a vantagem de estar perto do futuro Hospital de Todos-os-Santos.
"Permite a instalação nas franjas do Parque da Bela Vista Sul sem interromper a ligação com o Parque da Bela Vista Norte", referiu.
A zona inclui a Quinta do Pombeiro, que a Câmara se havia comprometido a ceder para um centro de acolhimento temporário de crianças, que poderá agora vir a ser instalado noutra propriedade da autarquia, a Quinta da Paz.
O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), destacou na altura os «melhores acessos» oferecidos pela localização em Marvila em comparação com os terrenos disponibilizados pela Câmara de Oeiras.
Para «ganhar área verde», compensando os espaços verdes ocupados no Parque da Bela Vista Sul, a autarquia quer «reformular um loteamento municipal no Vale Vistoso» que ocupa cinco hectares.
A ideia é igualmente fazer uma «ligação pedonal e de ciclovia por cima da linha do caminho-de-ferro para ligar a Belavista à zona das Olaias e do Areeiro».
O vereador dos Espaços Verdes, Sá Fernandes (BE), sublinhou que a proposta, discutida com o mentor do Plano Verde de Lisboa, Gonçalo Ribeiro Telles, contempla um futuro corredor verde até ao Parque Florestal de Monsanto.
Sá Fernandes destacou ainda que a instalação do IPO em Marvila vai beneficiar uma «zona da cidade guetizada».
Lusa/SOL»
O grande problema aqui nem sequer é a área que o IPO vai ocupar na zona sul do Parque da Bela Vista, que, a bem dizer, é um barranco com canas e pouco e árvores palito, plantadas, para inglês ver, dias antes da anterior vereação cair.
O problema aqui é outro e tem duas vertentes:
1. Que vão fazer com os terrenos do IPO em Sete-Rios? Porque não se faz o que a administração anterior do IPO sugeriu a este mesmo ministro quando ele era ministro do governo de Gueterres: recicle-se o actual IPO no mesmo espaço, de forma gradual.
2. Os doentes que futuramente forem ao IPO, na Bela Vista, irão sofrer imenso, sob o ponto de vista psíquico. Aquela zona é altamente problemática, basta sair naquelas bocas de Metro, em descampado, com vento e coisas feias por todo o lado. Carros em alta velocidade, passadeiras e passeios inexistentes. Enfim, uma Lisboa de 2ª, ou 3ª, nem bem sei.
Por isso, antes de haver IPO tem que haver dignidade naquele espaço. Senão, melhor seria Oeiras...
Wednesday, October 31, 2007
Perguntar não ofende:
A propósito do último post, acho que já é tempo de esclarecer junto da CML o seguinte:
1. Que se saiba, a edição do RinR 2008 não está «protocolizada». Sendo assim, estamos a ser tratados como burros, pois estão-nos a impingir um facto consumado.
2. O que é feito da Comissão de Acompanhamento CML/RinR?
3. As verbas provenientes do acordo com o Creamfields, já foram cobradas?
1. Que se saiba, a edição do RinR 2008 não está «protocolizada». Sendo assim, estamos a ser tratados como burros, pois estão-nos a impingir um facto consumado.
2. O que é feito da Comissão de Acompanhamento CML/RinR?
3. As verbas provenientes do acordo com o Creamfields, já foram cobradas?
Rock In Rio entre Lisboa e Madrid
In SIC Online (31/10/2007)
«Ivete Sangalo e Alejandro Sanz confirmados para o festival
No próximo ano, o Rock In Rio regressa a Portugal mas chega, pela primeira vez, a Madrid. O festival foi apresentado na capital espanhola.
PLAY"Portugal Internacionalizou o evento"
A praça de touros de Las Ventas trocou a corrida pela música. Por uma noite um conceito que nasceu no Brasil e que Portugal já assumiu como seu, tornou-se, pela primeira vez, espanhol. O Rock In Rio chegou a Madrid.
Em 2008, o Rock In Rio faz-se em dois países: Portugal e Espanha. Arganda del Rey, nos arredores de Madrid, verá nascer a cidade do rock com alguns elementos importados do Parque da Bela Vista em Lisboa.
Esperam-se 100 mil pessoas por dia e 70 músicos.
Como sempre, no Rock In Rio, juntam-se outras actividades à música. Há um espaço radical, um espaço infantil e, uma novidade, um espaço de moda onde as pessoas podem criar a própria roupa. O mapa da cidade do rock já está traçado.
No palco, só estão confirmados Alejandro Sanz e Ivete Sangalo, mas é possível que a música portuguesa atravesse a fronteira para cantar em Espanha. Antes de fechar o cartaz, a organização terá de dar a conhecer um festival que fala apenas português.
A frase do festival já está no ouvido de toda a gente e é compreendida nas duas línguas: “por um mundo melhor” ou “por um mundo mejor”.»
«Ivete Sangalo e Alejandro Sanz confirmados para o festival
No próximo ano, o Rock In Rio regressa a Portugal mas chega, pela primeira vez, a Madrid. O festival foi apresentado na capital espanhola.
PLAY"Portugal Internacionalizou o evento"
A praça de touros de Las Ventas trocou a corrida pela música. Por uma noite um conceito que nasceu no Brasil e que Portugal já assumiu como seu, tornou-se, pela primeira vez, espanhol. O Rock In Rio chegou a Madrid.
Em 2008, o Rock In Rio faz-se em dois países: Portugal e Espanha. Arganda del Rey, nos arredores de Madrid, verá nascer a cidade do rock com alguns elementos importados do Parque da Bela Vista em Lisboa.
Esperam-se 100 mil pessoas por dia e 70 músicos.
Como sempre, no Rock In Rio, juntam-se outras actividades à música. Há um espaço radical, um espaço infantil e, uma novidade, um espaço de moda onde as pessoas podem criar a própria roupa. O mapa da cidade do rock já está traçado.
No palco, só estão confirmados Alejandro Sanz e Ivete Sangalo, mas é possível que a música portuguesa atravesse a fronteira para cantar em Espanha. Antes de fechar o cartaz, a organização terá de dar a conhecer um festival que fala apenas português.
A frase do festival já está no ouvido de toda a gente e é compreendida nas duas línguas: “por um mundo melhor” ou “por um mundo mejor”.»
Saturday, September 29, 2007
Discordo totalmente da deslocalização do IPO para o Parque
... E explico bem porquê aqui. Tenha a pachora de ler.
Friday, September 28, 2007
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