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Monday, November 5, 2007

Nota de imprensa:

No seguimento das notícias vindas recentemente a público sobre o Parque da Bela Vista, nomeadamente sobre o Rock-in-Rio e sobre o IPO, somos a comentar o seguinte:

1. Não deixa de ser estranha a "segurança" com que é anunciada a edição de 2008 do Rock-in-Rio, sabendo-se, como se sabe, que não existe qualquer protocolo ou acordo escrito sobre uma nova edição daquele festival.

Mais, desconhece-se completamente se a comissão de acompanhamento CML / Rock-in-Rio continua ou não activa, pelo que se desconhem as contrapartidas por essa eventual nova edição.

Assim, não só se está a anunciar algo que não tem suporte escrito, como se esquecem os compromissos assumidos aquando do protocolo das edições anteriores, que, recorde-se, continuam por cumprir: substituição da vedação, vigilância com 7 elementos, reposição do coberto vegetal da zona central, etc.

2. Até à data não foi esclarecido se foram os serviços florestais da CML a providenciarem as 3 hipóteses de localização do futuro IPO, pelo que continuamos à espera de um esclarecimento por parte da CML.

Sobre as 3 hipóteses aventadas na comunicação social, escolhemos claramente a 1ª, que implica a localização do hotel fora da zona do Parque da Bela Vista.

Ainda sobre esta hipótese, cumpre-nos declarar que não estando em causa mais do que um morro de canavial e um terreno de sequeiro, isso não significa que a área a ser ocupada pelo novo IPO não seja considerada como "verde" e, por isso, objecto de protecção pelo PDM.

Sobre a ocupação da Quinta do Pombeiro, cremos ser uma boa solução, a do Centro de I&D, desde que o projecto arquitectónico não altere significativamente a traça e o desenho do edifício e jardim, hoje ao abandono; e desde que a solução de cariz social que estava prevista para a quinta seja trasladada para a Quinta da Nossa Senhora da Paz, no Lumiar.

3. Até à data não se sabe qual o destino da compensação financeira (175 mil €) decorrente do acordo para a realização do festival Creamfields.


Paulo Ferrero, José Carlos Mendes, Diogo Moura e Carlos Brandão

Wednesday, October 31, 2007

Perguntar não ofende:

A propósito do último post, acho que já é tempo de esclarecer junto da CML o seguinte:

1. Que se saiba, a edição do RinR 2008 não está «protocolizada». Sendo assim, estamos a ser tratados como burros, pois estão-nos a impingir um facto consumado.

2. O que é feito da Comissão de Acompanhamento CML/RinR?

3. As verbas provenientes do acordo com o Creamfields, já foram cobradas?

Tuesday, June 19, 2007

Observatório Parque Bela Vista conclui que Creamfields não teve impacto ambiental negativo

In Sol Online (19/6/2007)

«O Observatório do Parque da Bela Vista concluiu que a realização do festival Creamfields não teve um impacto negativo naquele espaço, mas mantém a contestação à realização daqueles eventos no local

«O facto de os danos materiais sobre o Parque da Bela Vista decorrentes da realização do festival Creamfields não terem sido graves não altera a posição do Observatório quanto à realização de espectáculos daquela natureza que continua a considerar desajustados para zonas verdes», anunciou a associação de cidadãos, em comunicado.

O Observatório integrou a comissão de acompanhamento criada pela Câmara de Lisboa para fazer respeitar as normas de utilização do espaço, e visitou o parque antes e depois do festival, que se realizou a 19 de Maio
. ...»

Monday, June 18, 2007

O FESTIVAL CREAMFIELDS E O OBSERVATÓRIO DA BELA VISTA

O Observatório da Bela Vista nasceu da necessidade de defender aquele espaço natural de grande beleza situado na Freguesia de Marvila, em Lisboa, ameaçado desde 2004 pela realização de grandes espectáculos musicais que implicam a montagem e desmontagem de palcos e outro material pesado, a interdição de acesso ao público durante vários dias e as agressões inevitáveis sobre uma estrutura natural que não foi criada para a realização de tais espectáculos. Por outro lado, as contrapartidas para a Cidade de Lisboa e para o Parque da Bela Vista expressas em protocolo, não são ainda visíveis.

Foi assim no passado com a realização dos dois Rock in Rio em 2004 e 2006.

Este ano, 2007, mais uma entidade estrangeira, a Smart Events – Produção de Espectáculos e Organização de Eventos Lda., obteve da Câmara Municipal de Lisboa, autorização para realizar no Parque da Bela Vista o Festival Creamfields que teve lugar no dia 19 de Maio. Tendo o Parque estado fechado ao público na sua quase totalidade entre 05 e 31 de Maio.

Com a criação do Observatório foi possível incluir um representante dos Cidadãos na Comissão de Acompanhamento constituída pela Câmara Municipal de Lisboa para fazer respeitar as normas do Parque e detectar quaisquer ocorrências verificadas com vista à identificação de todos os danos no Parque associados à realização daquele evento.

Como resultado das visitas ao local nos dias 18 de Maio (véspera do evento) e 1 de Junho (primeiro dia da reabertura ao público do Parque), levadas a efeito pelo representante do Observatório, acompanhado pelos restantes membros da Comissão, técnicos da Câmara Municipal de Lisboa, há a referir o seguinte:

Dia 18 de Maio.

Foi com agradável surpresa que verifiquei o bom estado do arvoredo e coberto vegetal do solo (Prado de Sequeiro) que se apresentava verde em quase toda a sua extensão, apenas com algumas zonas mais secas, e o cuidado posto na limpeza, arranjo dos caminhos e manutenção das várias estruturas permanentes do Parque (papeleiras, bancos e mesas de madeira, etc.). Sensibilizou-me também a preocupação constante manifestada pelos técnicos da CML que me acompanharam para que a montagem dos equipamentos decorresse sem danos para o Parque. Foi, portanto, positivo o balanço desta primeira visita.

Dia 1 de Junho.

A permanência durante 14 horas de cerca de 35 mil pessoas concentradas em locais reduzidos criaram algum impacto negativo, nomeadamente:

Sobre a vegetação do solo que se encontrava mais seca nos locais que foram pisados o que se podia ver por contraste com os espaços onde ficaram montadas as tendas e outras estruturas que evitaram o pisamento. No entanto, não considero grave esta situação que poderá ser rapidamente reposta com a vinda de alguma chuva.

Algumas (poucas) árvores mais jovens, junto aos caminhos apresentavam alguns ramos partidos, outros esgalhados, mas nada que colocasse em perigo a sua sobrevivência ou determinasse mal-formação durante o crescimento, necessitando sim, uma pequena intervenção de poda.

O material urbano também não sofreu muito, limitando-se os estragos a alguns recipientes de lixo partidos que serão repostos a expensas da Smart Events. Também esta empresa deixou o miradouro pintado de novo.

Tendo decorrido sem incidentes a desmontagem das estruturas do evento, considero também positivo o balanço desta segunda visita.

Conclusão:

O facto de os danos materiais sobre o Parque da Bela Vista decorrentes da realização do Festival Creamfields não terem sido graves, não altera a posição do Observatório quanto à realização de espectáculos daquela natureza que continua a considerar desajustados para zonas verdes.

Com a realização do Creamfields estamos perante um evento com a duração de apenas um dia e a presença de, no máximo, 35 mil pessoas, tudo será diferente com a realização do Rock in Rio, com a duração de cinco dias e a presença estimada de 350 mil pessoas, pelo que a posição do Observatório é frontalmente contra a realização de tais espectáculos naquele local.

Assim, deverá ser alertado o próximo executivo da Câmara Municipal de Lisboa para que, a bem da cidade, não conceda nova autorização para a realização de mega-espectáculos no Parque da Bela Vista, constituindo o Creamfields 2007 o último destes espectáculos aí realizados.

Deve ainda o Observatório continuar a acompanhar o processo, nomeadamente no que diz respeito ao Nº.8 da Cláusula Terceira do protocolo assinado entre a Smart Events e a CML (Obrigações da Smart Events para com a CML).
:
8- Proceder à realização da requalificação do parque de acordo e nos exactos termos do projecto de requalificação efectuado pela CML até ao montante de Euros 175.000,00, requalificação essa que deverá encontrar-se finalizada até 90 dias após 31 de Maio de 2007.

Não podemos terminar sem agradecer e felicitar o Sr. Vereador dos Espaços Verdes, António Prôa pela sua visão actualizada de cidadania que permitiu a participação dos cidadãos no acompanhamento de um processo que lhes diz directamente respeito.

Queremos tabém agradecer aos elementos da CML que constituem a Comissão de Acompanhamento: Dr. Paulo Garcia, Arqta. Isabel Teles e Arqto. Artur Madeira, a forma calorosa e interessada como receberam e acompanharam o representante do Observatório durante as duas visitas efectuadas e salientar o brio e a qualidade profissionais permanentemente demonstrados.


Pinto Soares

Lisboa, 14 de Junho de 2007

Tuesday, May 22, 2007

Moradores querem mais festivais para combater a insegurança

In Diário de Notícias (22/5/2007)
FILIPE MORAIS

«A maratona de música do Festival Creamfields durou toda a tarde, noite e madrugada, atraiu milhares de pessoas ao Parque da Belavista mas não incomodou quem mora do outro lado da rua. Os residentes do Bairro da Belavista, na zona oriental da cidade de Lisboa, pedem até mais eventos assim. O objectivo é só um: querem sentir-se em segurança e isso só acontece quando há grandes festivais. (...)»

Pois é, mas uma coisa não tem a ver com a outra. É como se para se acabar com os prédios abandonados, se defendesse a demolição de todos eles.

Thursday, May 10, 2007

Wednesday, April 18, 2007

Homessa! Será que já andam a distribuir bilhetes?

Então a isenção de taxa à organização do Creamfields foi aprovada na última sessão de CML e ninguém fala no assunto?!!

Wednesday, April 11, 2007

Dúvidas:

Se é a própria CML a mencionar que anda há meses a reunir com a organização do Creamfields, é de concluir que a licença para utilização do espaço tenha sido dada há algum tempo, embora ainda nem tenha sido assinado nenhum acordo... o que se afigura, no mínimo, estranho. Não deveria tudo ser feito em simultâneo?

Por outro lado, como é possível existir publicidade espalhada pela cidade há pelo menos um mês, sem haver autorização da CML para organizarem o evento no Parque?

In Público (11/4/2007)

Tuesday, April 10, 2007


In Público (10/4/2007)

Possível isenção de taxas. Comunicado:

No seguimento das notícias vindas a público sobre a isenção de taxas para o organizador do festival Creamfields, a decorrer no Parque da Bela Vista, no mês de Maio, somos a comunicar o seguinte:

1. Imoral é pouco para se definir o tratamento privilegiado que se pretende dar a alguém (não importa quem nem sobre o quê) que, objectiva e inexoravelmente, irá degradar um espaço público como o Parque da Bela Vista. É uma vergonha colocar-se sequer a discussão a possibilidade de se isentar o promotor do festival Creamfields.

2. Parece-nos caricato que a CML acene com um protocolo como justificação dessa isenção, sabendo-se, como se comprova no local, que semelhante protocolo com o organizador do Rock-in-Rio de 2006, não está, nem estará nos tempos mais próximos, minimamente cumprido pela parte que toca ao promotor.

3. De todas estas cedências a promotores a única coisa certa que resulta - é a experiência que o demonstra - é que o Parque da Bela Vista corre o risco de a muito breve trecho ser cada vez menos um local aprazível para utilização dos lisboetas. E isso é lamentável.


Paulo Ferrero, Carlos Brandão e José Carlos Mendes

Evento no parque da Bela Vista não paga taxas de 3,5 milhões

In Jornal de Notícias (10/4/2007)
Ana Fonseca

«Parque da Bela Vista será mais uma vez, em Maio, palco de um grande evento musical

Tal como tem acontecido aquando da realização dos festivais Rock in Rio, no Parque da Bela Vista, a Câmara de Lisboa prepara-se para apresentar, na reunião de amanhã do Executivo, uma proposta para isentar os promotores do festival Creamfields do pagamento de taxas. Em vez de uma verba de 3,5 milhões de euros pela utilização do espaço verde, os organizadores do evento - a Smart Events - ficam obrigados, mediante um protocolo assinado com a autarquia, ao pagamento de apenas 175 mil euros.

Esta verba destina-se, ainda segundo o documento, a contribuir para a requalificação do local, situado na freguesia de Marvila, e para o pagamento dos encargos logísticos inerentes à iniciativa, que terá lugar no dia 19 de Maio. O parque ficará ao serviço do Smart Events entre o dia 23 de Abril e 31 de Maio.

Segundo o protocolo, a Câmara de Lisboa "permitirá ainda a utilização das infra-estruturas de iluminação, água e contentores de lixo e assegurará a limpeza do recinto durante o evento". A autarquia prestará ainda, através dos seus serviços competentes, apoio à análise dos fluxos de tráfego e disponibilizará a utilização de outdoors em locais a definir.

Por seu turno, a Smart Events compromete-se a "fazer um uso prudente do espaço", e a "contratar um seguro de responsabilidade civil para cobertura dos riscos decorrentes da execução de todos os trabalhos efectuados durante a montagem". O protocolo integra a criação de uma comissão de acompanhamento para fiscalização da utilização adequada do Parque da Bela Vista. Recorde-se que a utilização daquele espaço verde durante as várias edições do Rock in Rio tem sido bastante contestada pelos moradores, ambientalistas e alguns responsáveis autárquicos que se queixam da destruição de que o Parque da Bela Vista tem sido alvo
. (...)
»

Resumindo, trata-se de um protocolo semelhante ao do Rock-in-Rio, de 2006, cujo cumprimento ainda está por ver, pois nada do que lá está escrito foi feito. Isto está mal!

Monday, April 9, 2007

Câmara de Lisboa propõe isenção de 3,5 milhões em taxas para festival na Bela Vista

In Público (9/4/2007)
Inês Boaventura

«Em vez das taxas, o Creamfields terá de contribuir com 175 mil euros para a melhoria do parque

A Câmara Municipal de Lisboa vai votar na quarta-feira uma proposta no sentido de a organização do festival Creamfields, que se realiza em Maio no Parque da Bela Vista, ficar isenta do pagamento de taxas municipais no valor de 3,5 milhões de euros, mas contribuir com 175 mil euros para a requalificação daquele espaço verde e para pagar custos logísticos da iniciativa.
A proposta para a celebração de um protocolo de entendimento entre a autarquia e a promotora do festival é do vereador dos Espaços Verdes, que em comunicado explica que este documento "define os termos e as regras de utilização" do Parque da Bela Vista, de forma a salvaguardar a sua "integridade" durante o evento, marcado para dia 19 de Maio.
O protocolo, que vai ser votado na reunião do executivo camarário de quarta-feira, pressupõe aprovação de isenção de taxas municipais no valor de cerca de 3,5 milhões de euros pela câmara e pela Assembleia Municipal. Esta medida, segundo um comunicado do gabinete do vereador, "é sustentada pelos dividendos que a realização do evento na cidade de Lisboa trará em termos de animação da capital, bem como para a divulgação do nome e da imagem da cidade em Portugal e no mundo".
A proposta subscrita por António Prôa pressupõe no entanto que a promotora do festival contribua com contrapartidas, no valor de cerca de 175 mil euros, que de acordo com o comunicado "serão aplicadas na execução do projecto de requalificação do Parque da Bela Vista, já apresentado pela Câmara Municipal de Lisboa". A construção de um skate parque no espaço verde com mais de 70 hectares é o projecto que a autarquia prevê desenvolver com estas verbas, que se destinam também a suportar custos os logísticos da iniciativa.
A exigência destas contrapartidas, sublinha o gabinete do vereador, "vem na linha de uma política da autarquia que preconiza que as entidades que utilizam o espaço público para a promoção de eventos devem não só garantir a correcta utilização dos mesmos, como participar na sua requalificação". Esta intenção já tinha sido anunciada em Março por António Prôa durante a inauguração do Parque da Bela Vista Sul.
O protocolo de entendimento que vai ser votado prevê ainda a criação de uma comissão de acompanhamento, "que irá fiscalizar o uso adequado do parque durante todas as fases de produção do festival Creamfields", evento que promete trazer a Lisboa mais de 50 artistas portugueses e internacionais, numa maratona de 16 horas ininterruptas de música.
A escolha do espaço verde da freguesia de Marvila para a realização deste festival, que nasceu no final dos anos 90 numa discoteca inglesa e já viajou por países como México, Rússia, Polónia e Turquia, tem merecido algumas críticas, nomeadamente por parte dos autores do blogue Observatório Parque da Bela Vista. Numa carta dirigida a António Prôa, transcrita na Internet, quatro cidadãos manifestam a sua preocupação com o impacto que o evento terá no parque e sublinham que 2007 "é ano de interregno entre edições do Rock in Rio e, por isso, de recuperação do coberto vegetal".
No blogue, os seus fundadores dizem entender que eventos como o Rock in Rio "podem ser um factor de dinamização da cidade de Lisboa, desde que organizados em local apropriado e efectivamente monitorizados por quem de direito, da Câmara Municipal de Lisboa aos cidadãos em geral". Como exemplo positivo a seguir, referem que a primeira edição deste festival na região de Madrid "não será num jardim da cidade, mas antes num parque temático criado de raiz para o efeito
".»

Thursday, March 29, 2007

Nova preocupação!

Exmo. Sr.Vereador António Prôa

Vem aí o festival «Creamfields», cujo impacte na zona central do Parque da Bela Vista nos parece preocupante tendo em conta a descrição feita por um dos seus responsáveis ao portal Lx-Jovem, que a seguir se transcreve:

«Um Main Stage, com 300 m2 de ecrã de LED; o Dome Stega, uma cúpula geodésica instalada sobre um palco; o Sphere Stegae, uma estrutura elevada de linhas futuristas, que te permite dançar sob uma esfera suspensa; a Stratosphere, uma bolha gigante onde o vídeo se funde com o som; La Isla, um espaço que recria as ilhas tropicais, com palmeiras, areia e piscinas, onde podes dançar ao som de house; o Kubik, um espaço interactivo em que controladores electrónicos recriam os ritmos da música com efeitos de luz; o Silent Club, onde à entrada recebes uns headphones e depois só tens de escolher o som a que queres dançar, sendo que como deves calcular, outras pessoas podem dançar a outro som; a Luminária, um labirinto que proporciona uma experiência visual e artística única, ao som de chill out; o Aerodrome, que te permite voar numa viagem até 30m sobre o Parque; o Organics Styling Zone, onde vais poder mudar de look; o Coca-Cola Dinner in the Sky, que te permite jantar numa mesa suspensa por uma guindaste a uma altura de 50m, com direito a Chef e garçon; e a Área VIP, de acesso exclusivo e com capacidade para 2.000 pessoas; são estas as principais experiências que vais poder desfrutar, estando ainda previstas outras acções pontuais que vão acontecer pelo Parque

Sobretudo porque o ano de 2007 é um ano de interregno entre edições do Rock-in-Rio e, por isso, de recuperação do coberto vegetal na zona usada como recinto central e nas zonas de apoio das edições de 2004 e 2006.

Por isso não compreendemos que havendo um protocolo entre a CML e a organização do RinRio não só não se vislumbre qualquer acção no sentido de o fazer cumprir (recuperando o coberto vegetal, substituindo a vedação metálica, implementando a manutenção do parque com a permanência de 7 funcionários da CML (conforme consta no projecto), instalando video-vigilância, reabilitando a Quinta do Pombeiro (proj. Céu Aberto), etc.), como se permita o agravamento dos efeitos do pós-RinRio com mais este festival.

Chamando a ATENÇÃO da CML para este facto, renovamos o nosso pedido de reunião a fim de sabermos o que de facto pensa a CML sobre este assunto.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, João Pinto Soares, Carlos Moura e Carlos Brandão

Tuesday, March 27, 2007

Vem aí uma coisa chamada Creamfields


Que ninguém parece saber muito bem o que é ... nem sequer eles próprios pois o site parece estar em construção ... mas já todos percebemos o que vão deixar no Parque: mais estragos.